segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Censurado e "CASTIGADO"

Nota:-

...
porque hoje e por causa deste post o FB entendeu bloquear por conter conteúdo ofensivo!
As mentes ainda estão fechadas de muita gente, incluindo os revisores de contas do FB.
Não aceito nem concordo com a ditadura de censurar conteúdos ou textos ou fotos que nada de ofensivo tem!

Repensarei as publicações no FB e passarei a utilizar este espaço.
Obrigado a todos que me acompanham.
Bem-vindos e um bem-haja!


Meus Queridos Amigos,

Muito bom dia!
Bom dia!

E assim, se repete um começo de um novo dia .
E, logo pela manhã, escrevo qualquer coisa para deixar uma ligeira marca desse começo de um novo dia.
Apetece-me dizer muitas coisas, escrever de forma que eu leia tudo que quero escrever para mim.
É difícil, porque dou comigo a pensar que sou um segredo, um segredo que nem eu sei traduzir, sobretudo quando me entrego ou encontro numa crise aguda de felicidade.
Também a tenho e como uma gripe não sei onde a apanhei, no caso da felicidade em que me encontro num silencioso cruzar de um olhar que fixei...
Sei que ao escrever não vou mudar nada, porque vou eu ler mais do que o tempo que parei no silêncio daquele olhar. Procuro interpretação intencional do meu segredo que os outros olhos conseguiram desvendar... se o conseguiram.
Por tudo isso, penso que sou um segredo, tantos são os segredos e os silêncios que em mim guardo!
Fica o desabar das letras como se fosse um desabrochar dos silêncios que vivem em desencontros desabrigados de instantes, de um ou de outro, como se quiséssemos mudar o que os olhos guardaram, como se lessem a canção, da alma num estado de felicidade.

Tenham uma feliz segunda-feira, uma boa semana e possam apanhar, por onde andarem, crises de uma felicidade aguda.
Tudo de bom!
Abreijos


"".
Não mais me deitar no feno perfumado ou deslizar na neve deserta.
Onde eu exactamente me encontro?
O que me surpreende é a impressão de não ter envelhecido,
embora eu esteja instalada na velhice.

 O tempo é irrealizável
Provisoriamente o tempo parou para mim.
Provisoriamente.

 Mas eu não ignoro as ameaças que o futuro encerra,
como também não ignoro que é o meu passado que define a minha abertura para o futuro.

 O meu passado é a referência que me projecta e que eu devo ultrapassar.

Portanto, ao meu passado, eu devo o meu saber e a minha ignorância, as minhas necessidades, as minhas relações, a minha cultura e o meu corpo.

Hoje, que espaço o meu passado deixa para a minha liberdade hoje?
Não sou escrava dele.

 O que eu sempre quis foi comunicar unicamente da maneira mais directa o sabor da minha vida.

Unicamente o sabor da minha vida.

 Acredito que eu consegui fazê-lo.

 Vivi num mundo de homens, guardando em mim o melhor da minha feminilidade.

 Não desejei e nem desejo nada mais do que viver sem tempos mortos.""


Simone Beuavoir E

6 comentários:

  1. Caro Rafael: espero que regresses à "piolheira" que é o nome que dou ao FB onde aliás me incluo. Sou leitor atento dos teus textos e não vejo aquilo que outras mentes "brilhantes" ou "esclerosantes" vêem. Mas a vida é o que é. Para uns é uma oportunidade; para outros uma maçada! Um grande abraço.

    ResponderEliminar
  2. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  3. Amei o poema! Esta gente....bem eu tenho 42 e já conheci a Simone Beauvoir bem cedo...portanto os miúdos de 20 e tais nem sabem quem foi. E as tuas palavras... Estou aqui na mesma a acompanhar-te e a ler-te! E a aprender contigo. Gosto bem de desvendar um mistério ou segredo. Lol
    Abreijos, tua amiga Joana Cruz
    Muaahhss

    ResponderEliminar
  4. Amei o poema! Esta gente....bem eu tenho 42 e já conheci a Simone Beauvoir bem cedo...portanto os miúdos de 20 e tais nem sabem quem foi. E as tuas palavras... Estou aqui na mesma a acompanhar-te e a ler-te! E a aprender contigo. Gosto bem de desvendar um mistério ou segredo. Lol
    Abreijos, tua amiga Joana Cruz
    Muaahhss

    ResponderEliminar

Coloca aqui as tuas pintas na folha!!!
Obrigado.