Meus Queridos Amigos,
Muito bom dia!
Bom dia!
Bom dia !
Uma sexta-feira muito feliz, fria de nos rachar, ventosa qb, apesar disso seja alegre e maravilhosa, apesar de tudo gozem o dia!
Esta do "apesar de", faz lembrar que toda a nossa vida tem sempre um "apesar de".
Pelo menos eu sinto que tenho muitos “apesar de”...
Nós saímos da cama sem vontade, apesar de nos apetecer ficar mais.
Nós vivemos o dia da melhor forma apesar de muitos problemas.
Vamos morrer apesar de gostarmos tanto de viver.
Não me entusiasma nada seguir em frente apesar de não ter medo.
Há alturas que sorrio apesar de não haver razão para tal.
Quantas vezes espero sentado apesar de ter vontade de partir, por desistir de ficar e apesar disso sempre espero.
É a vida que faz de um novo dia, um dia diferente apesar de tentarmos que seja o fim do sonho velho, apesar de gostarmos de sonhar sempre com coisas novas.
Apesar de como eu gosto de sonhar.
Vivemos sempre o dia apesar de termos sempre na condição do viver um "apesar".
E “apesar de” o Facebook andar a perseguir a liberdade, apesar de censurar e apesar de me castigar, sempre gosto do desafio de publicar o que quero!
Mesmo que o não queira, apesar disso vou acabar e apesar de não poder fisicamente fazer a cada um, farei apesar de tudo e a todos que apesar de ficarem mais tempo a olhar do que a ler, apesar disso fiquem com,
Abreijos.
"".
Ai, quem me dera
Ai quem me dera, terminasse a espera
E retornasse o canto simples e sem fim...
E ouvindo o canto se chorasse tanto
Que do mundo o pranto se estancasse enfim
Ai quem me dera percorrer estrelas
Ter nascido anjo e ver brotar a flor
Ai quem me dera uma manhã feliz
Ai quem me dera uma estação de amor
Ah! Se as pessoas se tornassem boas
E cantassem loas e tivessem paz
E pelas ruas se abraçassem nuas
E duas a duas fossem ser casais
Ai quem me dera ao som de madrigais
Ver todo mundo para sempre afins
E a liberdade nunca ser demais
E não haver mais solidão ruim
Ai quem me dera ouvir o nunca mais
Dizer que a vida vai ser sempre assim
E finda a espera ouvir na primavera
Alguém chamar por mim... ""
Vinicius de Moraes
«Somos indivíduos livres e nossa liberdade nos condena a tomarmos decisões durante toda a nossa vida. Não existem valores ou regras eternas, a partir das quais podemos nos guiar. E isto torna mais importantes nossas decisões, nossas escolhas.»-------- Jean-Paul Sartre
terça-feira, 14 de janeiro de 2020
MÃOS
Meus Queridos Amigos,
Bom dia, muito bom dia!
Desejos de um dia muito feliz. Um sábado maravilhoso e com tudo de bom!
Ontem foi um dia em que tive durante a tarde dois dos meus netos.
Os filhos da filha.
Como é diferente, como é bom sentir que aqueles pequenos seres são também nossos, do nosso sangue!
E cuidar deles é diferente porque há preocupação, há cuidados, há atenções porque sendo, também, nossos a responsabilidade parece um trabalho.
Tive trabalho e nenhum trabalho em ser feliz...
Por isso. E, não só.
Tive lembranças e do que lembrei-me?
Hoje quando pensava o que iria escrever, lembrei-me das mãos.
Hoje lembrei-me das minhas mãos.
E de outras mãos.
As mãos que ao longo da minha vida foram agarradas para me ajudarem a caminhar, a levantar.
O que faço hoje.
Foram ensinadas pelos meus pais a lavarem-se uma à outra.
O que faço hoje.
Estas minhas mãos que ensinadas, acariciaram.
O que faço hoje.
Acariciaram, apertaram, forçaram, repeliram, empurraram.
Acariciaram quem amei e que levavam calor a mãos ausentes.
Mãos que na carícia de um afago faziam brilhar o olhar triste de quem tocavam...
Hoje, minhas mãos que se enrugam, que já muito moldaram, são mãos que sorriem e que buscam nas mãos pequeninas, dos nossos, sobretudo dos netos, a elevação da felicidade.
As nossas mãos ajudam a salvar sempre que buscamos alegria, felicidade e afectos.
É com elas que encontramos outras mãos ou mãozinhas.
É com as nossas mãos que fechamos num abraço as pessoas que amamos.
Com estas palavras e lembranças, deixo nas vossas mãos as minhas, para vos desejar um dia maravilhoso e muito feliz.
Abreijos
“". Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo. ""
Carlos Drummond
“”.
Há Momentos
Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.
e abraçá-la.
Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre. “”
Clarice Lispector
LIVRE
Meus Queridos Amigos,
Bom-dia!
Muito bom dia!
Tenham um dia muito feliz e com muita alegria... Mesmo com a mudança de tempo.
E, não se esqueçam de que sois livres porque houve quem lutasse para termos liberdade.
Em todo o mundo o ser humano só atingirá a plenitude se for um homem livre!
Todos nós adoramos ser livres, sentir a verdadeira liberdade, não ter constrangimentos, essa verdadeira liberdade é algo que nasce, brota do nosso interior e nada é mais parecido ao prazer da liberdade quanto o da verdadeira solidão.
São dois sentires que escolhemos e desfrutamos tão sós e tão intimamente.
Nós ou melhor, eu tenho que em todos os dias aprender a sentir-me livre, mesmo que fechado numa “gaiola” tal como aprender a estar só, sentir-me muito sozinho se estiver no meio de uma multidão!
Dominar esses dois estados do ser é que me faz sentir totalmente livre, um ser em liberdade!
Sinto que ao perder a juventude e ao atingir a berma da velhice atingi um certo estado de descanso, de repouso e que tudo isso significa um estado de liberdade conquistada aos sentidos de quase a ninguém ter que obedecer.
É uma fase da vida que até sinto a liberdade, sinto melhor o prazer dessa liberdade que a violência das paixões nos acorrentaram a corpos e a outros seres que só com estes anos somados as fazemos arrefecer sem tanta dor e sem sentir tanto ardor.
É a liberdade e quanto maior for a liberdade é que melhor me fazem sentir o amor, o prazer de amar em liberdade! Um quase orgasmo mental que fazem soar os sinos e secar o céu da boca num arrepiar de toda a pele que o corpo tem para que cada poro saliente seja um sinal de liberdade!
A liberdade a que todos temos direito, em igualdade e na fraternidade.
Tenham um bom dia com o gozo da liberdade num manto de solidão!
Abreijos
Abreijos
"".
A tua voz fala amorosa...
Tão meiga fala que me esquece
Que é falsa a sua branda prosa.
Meu coração desentristece.
Sim, como a música sugere
O que na música não está,
Meu coração nada mais quer
Que a melodia que em ti há...
Amar-me? Quem o crera? Fala
Na mesma voz que nada diz
Se és uma música que embala.
Eu ouço, ignoro, e sou feliz.
Nem há felicidade falsa,
Enquanto dura é verdadeira.
Que importa o que a verdade exalça
Se sou feliz desta maneira? ""
Fernando Pessoa
Bom-dia!
Muito bom dia!
Tenham um dia muito feliz e com muita alegria... Mesmo com a mudança de tempo.
E, não se esqueçam de que sois livres porque houve quem lutasse para termos liberdade.
Em todo o mundo o ser humano só atingirá a plenitude se for um homem livre!
Todos nós adoramos ser livres, sentir a verdadeira liberdade, não ter constrangimentos, essa verdadeira liberdade é algo que nasce, brota do nosso interior e nada é mais parecido ao prazer da liberdade quanto o da verdadeira solidão.
São dois sentires que escolhemos e desfrutamos tão sós e tão intimamente.
Nós ou melhor, eu tenho que em todos os dias aprender a sentir-me livre, mesmo que fechado numa “gaiola” tal como aprender a estar só, sentir-me muito sozinho se estiver no meio de uma multidão!
Dominar esses dois estados do ser é que me faz sentir totalmente livre, um ser em liberdade!
Sinto que ao perder a juventude e ao atingir a berma da velhice atingi um certo estado de descanso, de repouso e que tudo isso significa um estado de liberdade conquistada aos sentidos de quase a ninguém ter que obedecer.
É uma fase da vida que até sinto a liberdade, sinto melhor o prazer dessa liberdade que a violência das paixões nos acorrentaram a corpos e a outros seres que só com estes anos somados as fazemos arrefecer sem tanta dor e sem sentir tanto ardor.
É a liberdade e quanto maior for a liberdade é que melhor me fazem sentir o amor, o prazer de amar em liberdade! Um quase orgasmo mental que fazem soar os sinos e secar o céu da boca num arrepiar de toda a pele que o corpo tem para que cada poro saliente seja um sinal de liberdade!
A liberdade a que todos temos direito, em igualdade e na fraternidade.
Tenham um bom dia com o gozo da liberdade num manto de solidão!
Abreijos
Abreijos
"".
A tua voz fala amorosa...
Tão meiga fala que me esquece
Que é falsa a sua branda prosa.
Meu coração desentristece.
Sim, como a música sugere
O que na música não está,
Meu coração nada mais quer
Que a melodia que em ti há...
Amar-me? Quem o crera? Fala
Na mesma voz que nada diz
Se és uma música que embala.
Eu ouço, ignoro, e sou feliz.
Nem há felicidade falsa,
Enquanto dura é verdadeira.
Que importa o que a verdade exalça
Se sou feliz desta maneira? ""
Fernando Pessoa
quinta-feira, 9 de janeiro de 2020
A CONSCIÊNCIA
Meus Queridos Amigos
Muito bom dia!
Bom dia!
Um maravilhoso dia de quinta-feira com muita alegria e com muita felicidade.
Tudo de bom e gozem o dia. Sorriam e alegrem-se durante o pouco da semana que falta.
Depois de tanta polémica em torno de assunto do OE, por si, polémico, olho para mim, releio o muito que escrevi e que foi escrito, e o que sinto?
Sinto que é fácil se a vida nos ensina a dizer adeus, despedirmos das pessoas de quem gostamos, tal como saber sorrir aos que não gostam de mim ou de quem não gosto, procurando lembrar-me delas, saber amar uns e outros pelas diferenças, saber calar para ter tempo e poder de as ouvir, ter espaço para ainda aprender... em conclusão, ser melhor, ser sempre cada vez melhor do que ontem!
Penso que não serei capaz do " faz de conta", nem acredito que tudo vai mudar, tenho é a certeza de que nunca temi, nunca senti medo pelo futuro, sinto esperanças nele.
Grito pelas minhas dores, sorrio para as aliviar e ganho forças para lutar contra as injustiças!
Grito pela liberdade!
Até dizem que isso é ser de esquerda, mas que me importa se os os outros é com a liberdade que o dizem e resta-me pensar que sou bem melhor a fazer as coisas com a mão direita com uma ajuda igual da esquerda.
Sou revoltado, grito alto porque não gosto de ser pastoreado nem fazer parte do rebanho, não gosto de fazer dos outros heróis quando só cumprem a missão, não idolatro ninguém... por tudo e muito mais é que sinto que quem melhor e mais acertadamente me julga é a minha consciência e essa tem-me mantido e sustentado a liberdade do meu pensamento.
Não prescindo nem por um minuto desse bem maior, quer me chamem de esquerda, louco, de progressista, de doente ou do que entenderem... sou e soube ser sempre livre e bom... é esse o meu maior critério de vida... apesar de tudo!
O que sinto?
Sinto e acredito que ainda há espaço, lugar no mundo para que mantenha a esperança que muito ou tudo ainda vai mudar.
Pelo menos, vou fazer de conta.
Por isso, não perdi a paciência de ler e nem a vontade de escrever.
Deixo o poema que tinha escolhido.
Fiquem bem!
Abreijos
"".
Simplesmente
Entre o que desejamos e o que temos,
existe uma barreira, uma distância,
que pede muito mais do que o desejo puro e simples,
exige dedicação e por vezes um certo sofrimento,
paciência e abnegação, um preço para cada conquista,
que nem todos estão dispostos a pagar.
Por isso, há os que vencem,
e há os que nunca alcançam.
Gente que vê a estrada florida,
e outros que permanecem no charco,
há os que encontram, e os que nunca se acham.
Muitos desistem no meio, outros nem começam,
mas os que persistem, vencem a si mesmos,
são os que recolhem pedras com as mãos,
aqueles que não temem a noite escura,
porque não enxergam os problemas,
olham para a frente, para o futuro,
com a lanterna da insistência nas mãos,
e vão passando obstáculos, suando muito,
porque toda vitória é fruto maduro,
da perseverança e da transpiração.
Se o seu sonho te parece impossível,
saiba que a esperança é o estopim,
que acende a dinamite da determinação,
e que todo aquele que crê e persevera,
acaba encontrando mais do que espera,
na curva da vida que os tolos chamam de sorte,
e que os determinados munidos da paciência,
reconhecem de longe, alcançando o sucesso,
chamam sabiamente de “conseqüência”.
Eu acredito em você. ""
Paulo Roberto Gaefke
Muito bom dia!
Bom dia!
Um maravilhoso dia de quinta-feira com muita alegria e com muita felicidade.
Tudo de bom e gozem o dia. Sorriam e alegrem-se durante o pouco da semana que falta.
Depois de tanta polémica em torno de assunto do OE, por si, polémico, olho para mim, releio o muito que escrevi e que foi escrito, e o que sinto?
Sinto que é fácil se a vida nos ensina a dizer adeus, despedirmos das pessoas de quem gostamos, tal como saber sorrir aos que não gostam de mim ou de quem não gosto, procurando lembrar-me delas, saber amar uns e outros pelas diferenças, saber calar para ter tempo e poder de as ouvir, ter espaço para ainda aprender... em conclusão, ser melhor, ser sempre cada vez melhor do que ontem!
Penso que não serei capaz do " faz de conta", nem acredito que tudo vai mudar, tenho é a certeza de que nunca temi, nunca senti medo pelo futuro, sinto esperanças nele.
Grito pelas minhas dores, sorrio para as aliviar e ganho forças para lutar contra as injustiças!
Grito pela liberdade!
Até dizem que isso é ser de esquerda, mas que me importa se os os outros é com a liberdade que o dizem e resta-me pensar que sou bem melhor a fazer as coisas com a mão direita com uma ajuda igual da esquerda.
Sou revoltado, grito alto porque não gosto de ser pastoreado nem fazer parte do rebanho, não gosto de fazer dos outros heróis quando só cumprem a missão, não idolatro ninguém... por tudo e muito mais é que sinto que quem melhor e mais acertadamente me julga é a minha consciência e essa tem-me mantido e sustentado a liberdade do meu pensamento.
Não prescindo nem por um minuto desse bem maior, quer me chamem de esquerda, louco, de progressista, de doente ou do que entenderem... sou e soube ser sempre livre e bom... é esse o meu maior critério de vida... apesar de tudo!
O que sinto?
Sinto e acredito que ainda há espaço, lugar no mundo para que mantenha a esperança que muito ou tudo ainda vai mudar.
Pelo menos, vou fazer de conta.
Por isso, não perdi a paciência de ler e nem a vontade de escrever.
Deixo o poema que tinha escolhido.
Fiquem bem!
Abreijos
"".
Simplesmente
Entre o que desejamos e o que temos,
existe uma barreira, uma distância,
que pede muito mais do que o desejo puro e simples,
exige dedicação e por vezes um certo sofrimento,
paciência e abnegação, um preço para cada conquista,
que nem todos estão dispostos a pagar.
Por isso, há os que vencem,
e há os que nunca alcançam.
Gente que vê a estrada florida,
e outros que permanecem no charco,
há os que encontram, e os que nunca se acham.
Muitos desistem no meio, outros nem começam,
mas os que persistem, vencem a si mesmos,
são os que recolhem pedras com as mãos,
aqueles que não temem a noite escura,
porque não enxergam os problemas,
olham para a frente, para o futuro,
com a lanterna da insistência nas mãos,
e vão passando obstáculos, suando muito,
porque toda vitória é fruto maduro,
da perseverança e da transpiração.
Se o seu sonho te parece impossível,
saiba que a esperança é o estopim,
que acende a dinamite da determinação,
e que todo aquele que crê e persevera,
acaba encontrando mais do que espera,
na curva da vida que os tolos chamam de sorte,
e que os determinados munidos da paciência,
reconhecem de longe, alcançando o sucesso,
chamam sabiamente de “conseqüência”.
Eu acredito em você. ""
Paulo Roberto Gaefke
quarta-feira, 8 de janeiro de 2020
O OPTIMISMO
Meus Queridos Amigos,
Muito bom dia!
Bom dia!
Um dia muito feliz e com tudo de bom!
Hoje, quarta-feira a 8 de Janeiro de 2020, nos dias agitados e crispados que se vivem, nestes momentos difíceis e de um terrorismo verbal que incomoda, de momentos que se incendeiam os espíritos não se sabendo se acabará tudo descontrolado, hoje escolhi um tema de amigo!
Escreverei mais à frente, agora estou a lembrar-me dos dias de hoje e da comunicação social...
E se derem conta, as notícias invadem as nossas casas, despejam para os nossos ouvidos tufou quase tudo que nos desmotivam, que nos tornam pessimistas e fazem-me pensar que hoje o jornalismo empurra-nos para a desgraça, para tudo aquilo que de mal tem o mundo... penso que isso é o insignificante, é que seria bem melhor para todos que houvesse optimismo, alegria e melhores exemplos para transmitir e fazer do mundo um pouco melhor.
Eu creio que há exemplos bons de boas escolas e professores, eu creio que há exemplos bons de bons hospitais, de médicos e enfermeiros, eu creio que há exemplos bons da autoridade do Estado e de bons agentes, eu creio que há exemplos bons da justiça e de quem a pratica... creio que há um bom mundo que não nos mostram para que nos imaginemos que vivemos no pior lado da Terra...
Tudo isso de positivo é que nos pode empurrar para sermos diferentes e melhores.
Hoje a normalidade que os OCS nos transmite é a pior, fazendo-nos sentir que vivemos no meio da maior das merdas... e NÃO, vivemos num bom mundo, saibamos desfrutar o bom que nos é oferecido.
Vamos ao tempo que tinha pensado...
O amigo. Ou, amiga!
É nele e com ele que encontramos o conforto de nos sentirmos longe da reles e turbulência vida que assistimos neste louco mundo, onde loucos no mundo se assenhoram com loucura de um mundo que é nosso, de todos. Não é deles e nós deixamos eles cavalgarem o cavalo do poder porque lhe demos esse poder... e descobrimos tarde que cegamente entregamos a condução dos nossos destinos a cegos, a loucos ou desmiolados de bom senso.
Acordamos tarde...
Muito mais o mundo é dos sãos que dos loucos, só que estes sabem que são os outros que bebem e se alimentam da sua loucura, por isso, por opção eu prefiro e quero estar com a amiga ou amigo para, ambos, sentirmos que não somos loucos... loucos são os outros!
Prefiro uma Amiga... sinto-me melhor, mais confortável e completa-me... pensamento de Amigo é muito igual ao meu.
Ter uma Amiga assim é sentir que a loucura saudável empurra-me para a zona de conforto emocional onde as emoções se digladiam para sentirmos o sabor do saber viver.
Vou-me... vou-te abraçar e sentir tudo que nos possa lembrar que há loucos... são os outros.
Vou-te sentir nos braços para ver o brilho do teu olhar escrever no ar que loucos são os outros... vou-te apertar para sentir que também há uma sã loucura de se ter uma Amiga como tu o tens sido.
Vou-te dar um abraço.
Se não te encontrar vou desfazer-me com ideias e conversas com um bom Amigo... vou, também, dar-lhe um abraço.
Um abraço é como uma comunhão, não é-o corpo de deus, é um corpo de corpos.
Um dia muito feliz!
Hoje deixo-vos um poema sobre o amigo e que por me identificar com o sentimento que transmite, resolvi partilhar convosco.
Abreijos
“”.
AMIGO
Estarei contigo, amigo,
Quando a sombra do medo
Encobrir o brilho da tua imensa coragem.
Estarei contigo
Nas tuas horas de angústia e solidão,
Encorajando-te a continuar a luta.
Estarei contigo
Quando as trevas do erro
Te impedirem de caminhar na luz.
Estarei contigo, enfim,
Quando não te restar mais nada,
Nem mesmo uma gota de esperança
Para brotar em manancial de fé na vida.
E quando, então,
Palavras não forem suficientes
Para estancar as chagas da tua angústia,
Estarei contigo,
Para te oferecer o meu silêncio,
Humilde e sereno."”
Leonardo Oliveira
Muito bom dia!
Bom dia!
Um dia muito feliz e com tudo de bom!
Hoje, quarta-feira a 8 de Janeiro de 2020, nos dias agitados e crispados que se vivem, nestes momentos difíceis e de um terrorismo verbal que incomoda, de momentos que se incendeiam os espíritos não se sabendo se acabará tudo descontrolado, hoje escolhi um tema de amigo!
Escreverei mais à frente, agora estou a lembrar-me dos dias de hoje e da comunicação social...
E se derem conta, as notícias invadem as nossas casas, despejam para os nossos ouvidos tufou quase tudo que nos desmotivam, que nos tornam pessimistas e fazem-me pensar que hoje o jornalismo empurra-nos para a desgraça, para tudo aquilo que de mal tem o mundo... penso que isso é o insignificante, é que seria bem melhor para todos que houvesse optimismo, alegria e melhores exemplos para transmitir e fazer do mundo um pouco melhor.
Eu creio que há exemplos bons de boas escolas e professores, eu creio que há exemplos bons de bons hospitais, de médicos e enfermeiros, eu creio que há exemplos bons da autoridade do Estado e de bons agentes, eu creio que há exemplos bons da justiça e de quem a pratica... creio que há um bom mundo que não nos mostram para que nos imaginemos que vivemos no pior lado da Terra...
Tudo isso de positivo é que nos pode empurrar para sermos diferentes e melhores.
Hoje a normalidade que os OCS nos transmite é a pior, fazendo-nos sentir que vivemos no meio da maior das merdas... e NÃO, vivemos num bom mundo, saibamos desfrutar o bom que nos é oferecido.
Vamos ao tempo que tinha pensado...
O amigo. Ou, amiga!
É nele e com ele que encontramos o conforto de nos sentirmos longe da reles e turbulência vida que assistimos neste louco mundo, onde loucos no mundo se assenhoram com loucura de um mundo que é nosso, de todos. Não é deles e nós deixamos eles cavalgarem o cavalo do poder porque lhe demos esse poder... e descobrimos tarde que cegamente entregamos a condução dos nossos destinos a cegos, a loucos ou desmiolados de bom senso.
Acordamos tarde...
Muito mais o mundo é dos sãos que dos loucos, só que estes sabem que são os outros que bebem e se alimentam da sua loucura, por isso, por opção eu prefiro e quero estar com a amiga ou amigo para, ambos, sentirmos que não somos loucos... loucos são os outros!
Prefiro uma Amiga... sinto-me melhor, mais confortável e completa-me... pensamento de Amigo é muito igual ao meu.
Ter uma Amiga assim é sentir que a loucura saudável empurra-me para a zona de conforto emocional onde as emoções se digladiam para sentirmos o sabor do saber viver.
Vou-me... vou-te abraçar e sentir tudo que nos possa lembrar que há loucos... são os outros.
Vou-te sentir nos braços para ver o brilho do teu olhar escrever no ar que loucos são os outros... vou-te apertar para sentir que também há uma sã loucura de se ter uma Amiga como tu o tens sido.
Vou-te dar um abraço.
Se não te encontrar vou desfazer-me com ideias e conversas com um bom Amigo... vou, também, dar-lhe um abraço.
Um abraço é como uma comunhão, não é-o corpo de deus, é um corpo de corpos.
Um dia muito feliz!
Hoje deixo-vos um poema sobre o amigo e que por me identificar com o sentimento que transmite, resolvi partilhar convosco.
Abreijos
“”.
AMIGO
Estarei contigo, amigo,
Quando a sombra do medo
Encobrir o brilho da tua imensa coragem.
Estarei contigo
Nas tuas horas de angústia e solidão,
Encorajando-te a continuar a luta.
Estarei contigo
Quando as trevas do erro
Te impedirem de caminhar na luz.
Estarei contigo, enfim,
Quando não te restar mais nada,
Nem mesmo uma gota de esperança
Para brotar em manancial de fé na vida.
E quando, então,
Palavras não forem suficientes
Para estancar as chagas da tua angústia,
Estarei contigo,
Para te oferecer o meu silêncio,
Humilde e sereno."”
Leonardo Oliveira
terça-feira, 7 de janeiro de 2020
TEMPOS DE CRIANÇA
Meus Queridos Amigos,
Muito bom dia!
Bom dia!
Uma terça-feira cheia de alegrias, muita felicidade e tudo de bom.
Hoje, é um dia de ficar depois do almoço a "pensar" ... pensar que a vida de reformado em tempo de frio pouco mais dá a não ser para isso... se bem que por várias razões hoje é um dia de tristeza ...
Deveria escolher o dia para “avozar”, mas o frio, o convite a constipações ou resfriados é prudente eu ficar a “giboiar” em pensamentos soltos e com lareira acesa, boa música, um bom vinho de reserva e ir embarcando no cochilo ao sabor de sonhos rascunhados e ir acarinhando o motivo da tristeza.
Passar o dia, tempo com os netos é um traço marcante nas nossas idades e vidas.
Devia ser o suporte da sociedade... temos muito a aprender com as sociedades ocidentais ou o capitalismo desenfreado de todos os dias corrermos atrás do dinheiro levou-nos a desaprender de gostaria vida... nunca estamos acabados mas um dia acabará connosco.
Sei e entendo que é muito gratificante e enriquecedor para todos nós, as três gerações, convivermos e sentir-mo-nos. Há uma transmissão de tantas coisas que parecendo imperceptíveis se tornam perenes nos sentimentos.
O que me preocupa, melhor o que me faz pensar, porque os tempos são outros e porque as solitações são maiores, a par de uma feroz concorrência social, é o facto de as crianças, as mais pequenas, até aos 5 ou 6 anos, serem mandadas ou colocadas nas escolas, infantários ou berçários... Desligadas de tudo, dos laços familiares, a referência passa a ser a “ama”, a educadora e nunca casa, a rua, os vizinhos ou familiares... um processo de socialização que atrofia o pensamento e a liberdade.
Outrora, os laços geracionais tinham muito mais peso.
Hoje a preferência é a socialização de massas sem outro significado que não seja a competição de quem é melhor, mesmo não se sabendo de ou do quê.
A mim, esperar-me-á um lar de especialistas em geriatria...
Ou, se os milhões me baterem à porta, tenho isso combinado com a minha querida Amiga Graciete e inventarei uma aldeia para as amigas e amigos morrermos com os laços que nasceram nas nossas ruas, escolas, bairros ou cidades e nós o que nos ensinaram a fazer em crianças e com o tempo de velhos os desfazeríamos... num grande “Jango” ou caramanchão onde nos encontraríamos para pormos a conversa em dia... é um sonho! Já se faz... não me deu a gana... mas há muito que penso nisso... era uma forma de nos despedirmos uns dos outros com honras e alegrias... era como se estivéssemos num cais à espera da viagem ... a última!
A vida "moderna" empurra-nos para "armazéns", seja em criança seja em "velho". Revolta-me e faz-me sentir o tal número da segurança social ou da CGA... para usar o vernáculo, sinto-me como merda espalhada num campo...
Assim,
Tenho dado comigo a pensar que é um processo de socialização que prejudica o crescimento do ser humano como pessoa livre e com espontânea vontade própria, coarctando o pensamento criativo.
Os últimos casos, tristes e preocupantes, que as televisões nos têm massacrado a todas as horas de todos os dias, da violência de jovens de 14 ou pouco mais de 15 anos, serve de apoio ao que penso sobre este novo tipo de socialização das crianças e dos jovens... a competição que cega e coloca os valores éticos por baixo do tapete e são pisados com desdém!
Há uns meses eram os “coletes amarelos”, ontem os chinocas, os refugiados e todos a agredirem-se gratuitamente, no dia anterior um míssil na cabeça de um general do Irão sem saber que os deuses nada controlam nos céus, um jovem cabo-verdiano morto à paulada e feita em saco de treino, um jovem morto por gaiatos junto à universidade ...casais em que um mata e logo se suicida... a inexplicável onda de violência doméstica...
Tudo louco...
Há causas de fácil identificação, há processos e modos de se mudar os efeitos, todavia falta a vontade, a vontade de pais, educadores e professores, de políticos e políticas para punirem o mal que se pratica para que no futuro não enchamos as cadeias de gente que fomos nós que os ensinamos a serem adultos sem regras.
Poderei estar errado? Poderei... porque já não tenho tempo de comprovar.
No entanto, o que melhor elas, as crianças, aprendem nesses infantários, se chamarmos a isso aprendizagem, é o ficarem sentadas, caladas ou na calma que lhes for imposta e para remate do aprendizado é o cumprimento de tudo que é ordem, obrigando com isso o atrofiar do pensamento, hábitos à mordaça nas palavras e estrangulamento da rebeldia para concluir que é nesses lugares que se aprende a não ter ideias próprias.
É um processo onde desaguam as vontades das educadoras e não as nascentes dos pensamentos das crianças, é como estivéssemos na inversão dos caminhos para o crescimento como ser humano.
Verificámos que posteriormente, no isolamento, na solidão crescem elementos psicológicos que não tiveram tempo de se libertarem porque não se auto-motivaram, nem sentiram os limites do Bem e do Mal.
Ficam a um passo da libertação da violência que cresce neles para, pela agressão e força, dominarem os semelhantes, quando não experimentam forçar os adultos às vontades deles.
Começou a ser preocupação agora... mas há muito que sempre me senti preocupado com o caminho oferecido às crianças e aos jovens. Tudo em nome de um progresso, foi e é um progresso material que atrofia o pensamento... salvam-se as excepções é isso é que marca a diferença.
Na minha modesta opinião, não acho bom, não acho saudável e só acho que se é assim, é por necessidades dos adultos e não das crianças.
Nao sei se terei ou não razão, se calhar penso assim porque nunca estive em infantários, em berçários ou em coisas do género quando fui criança.
Tive a grande felicidade, a sorte, as circunstâncias da vida de ser uma criança de verdade onde não sentia o degradar do meu tempo como criança que era ou que verdadeiramente fui.
A rua, o pátio, a praia, a cidade eram os meus cenários para eu inventar as peças da minha vida, onde nunca faltaram os directores e encenadores das cenas do meu teatro...
Ah?! Nem faltavam as coristas...
Talvez, por isso, os sintomas de liberdade, de rebeldia ou de ideias não me faltam, porém, com o sentido de respeito, do bom senso e com as regras de um bom viver.
Outros tempos...
Abreijos
””.
I - A criança que fui chora na estrada.
A criança que fui chora na estrada.
Deixei-a ali quando vim ser quem sou;
Mas hoje, vendo que o que sou é nada,
Quero ir buscar quem fui onde ficou.
Ah, como hei-de encontrá-lo? Quem errou
A vinda tem a regressão errada.
Já não sei de onde vim nem onde estou.
De o não saber, minha alma está parada.
Se ao menos atingir neste lugar
Um alto monte, de onde possa enfim
O que esqueci, olhando-o, relembrar,
Na ausência, ao menos, saberei de mim,
E, ao ver-me tal qual fui ao longe, achar
Em mim um pouco de quando era assim.
II
Dia a dia mudamos para quem
Amanhã não veremos. Hora a hora
Nosso diverso e sucessivo alguém
Desce uma vasta escadaria agora.
E uma multidão que desce, sem
Que um saiba de outros. Vejo-os meus e fora.
Ah, que horrorosa semelhança têm!
São um múltiplo mesmo que se ignora.
Olho-os. Nenhum sou eu, a todos sendo.
E a multidão engrossa, alheia a ver-me,
Sem que eu perceba de onde vai crescendo.
Sinto-os a todos dentro em mim mover-me,
E, inúmero, prolixo, vou descendo
Até passar por todos e perder-me.
III
Meu Deus! Meu Deus! Quem sou, que desconheço
O que sinto que sou? Quem quero ser
Mora, distante, onde meu ser esqueço,
Parte, remoto, para me não ter.””
22-9-1933
Novas Poesias Inéditas. Fernando Pessoa.
Muito bom dia!
Bom dia!
Uma terça-feira cheia de alegrias, muita felicidade e tudo de bom.
Hoje, é um dia de ficar depois do almoço a "pensar" ... pensar que a vida de reformado em tempo de frio pouco mais dá a não ser para isso... se bem que por várias razões hoje é um dia de tristeza ...
Deveria escolher o dia para “avozar”, mas o frio, o convite a constipações ou resfriados é prudente eu ficar a “giboiar” em pensamentos soltos e com lareira acesa, boa música, um bom vinho de reserva e ir embarcando no cochilo ao sabor de sonhos rascunhados e ir acarinhando o motivo da tristeza.
Passar o dia, tempo com os netos é um traço marcante nas nossas idades e vidas.
Devia ser o suporte da sociedade... temos muito a aprender com as sociedades ocidentais ou o capitalismo desenfreado de todos os dias corrermos atrás do dinheiro levou-nos a desaprender de gostaria vida... nunca estamos acabados mas um dia acabará connosco.
Sei e entendo que é muito gratificante e enriquecedor para todos nós, as três gerações, convivermos e sentir-mo-nos. Há uma transmissão de tantas coisas que parecendo imperceptíveis se tornam perenes nos sentimentos.
O que me preocupa, melhor o que me faz pensar, porque os tempos são outros e porque as solitações são maiores, a par de uma feroz concorrência social, é o facto de as crianças, as mais pequenas, até aos 5 ou 6 anos, serem mandadas ou colocadas nas escolas, infantários ou berçários... Desligadas de tudo, dos laços familiares, a referência passa a ser a “ama”, a educadora e nunca casa, a rua, os vizinhos ou familiares... um processo de socialização que atrofia o pensamento e a liberdade.
Outrora, os laços geracionais tinham muito mais peso.
Hoje a preferência é a socialização de massas sem outro significado que não seja a competição de quem é melhor, mesmo não se sabendo de ou do quê.
A mim, esperar-me-á um lar de especialistas em geriatria...
Ou, se os milhões me baterem à porta, tenho isso combinado com a minha querida Amiga Graciete e inventarei uma aldeia para as amigas e amigos morrermos com os laços que nasceram nas nossas ruas, escolas, bairros ou cidades e nós o que nos ensinaram a fazer em crianças e com o tempo de velhos os desfazeríamos... num grande “Jango” ou caramanchão onde nos encontraríamos para pormos a conversa em dia... é um sonho! Já se faz... não me deu a gana... mas há muito que penso nisso... era uma forma de nos despedirmos uns dos outros com honras e alegrias... era como se estivéssemos num cais à espera da viagem ... a última!
A vida "moderna" empurra-nos para "armazéns", seja em criança seja em "velho". Revolta-me e faz-me sentir o tal número da segurança social ou da CGA... para usar o vernáculo, sinto-me como merda espalhada num campo...
Assim,
Tenho dado comigo a pensar que é um processo de socialização que prejudica o crescimento do ser humano como pessoa livre e com espontânea vontade própria, coarctando o pensamento criativo.
Os últimos casos, tristes e preocupantes, que as televisões nos têm massacrado a todas as horas de todos os dias, da violência de jovens de 14 ou pouco mais de 15 anos, serve de apoio ao que penso sobre este novo tipo de socialização das crianças e dos jovens... a competição que cega e coloca os valores éticos por baixo do tapete e são pisados com desdém!
Há uns meses eram os “coletes amarelos”, ontem os chinocas, os refugiados e todos a agredirem-se gratuitamente, no dia anterior um míssil na cabeça de um general do Irão sem saber que os deuses nada controlam nos céus, um jovem cabo-verdiano morto à paulada e feita em saco de treino, um jovem morto por gaiatos junto à universidade ...casais em que um mata e logo se suicida... a inexplicável onda de violência doméstica...
Tudo louco...
Há causas de fácil identificação, há processos e modos de se mudar os efeitos, todavia falta a vontade, a vontade de pais, educadores e professores, de políticos e políticas para punirem o mal que se pratica para que no futuro não enchamos as cadeias de gente que fomos nós que os ensinamos a serem adultos sem regras.
Poderei estar errado? Poderei... porque já não tenho tempo de comprovar.
No entanto, o que melhor elas, as crianças, aprendem nesses infantários, se chamarmos a isso aprendizagem, é o ficarem sentadas, caladas ou na calma que lhes for imposta e para remate do aprendizado é o cumprimento de tudo que é ordem, obrigando com isso o atrofiar do pensamento, hábitos à mordaça nas palavras e estrangulamento da rebeldia para concluir que é nesses lugares que se aprende a não ter ideias próprias.
É um processo onde desaguam as vontades das educadoras e não as nascentes dos pensamentos das crianças, é como estivéssemos na inversão dos caminhos para o crescimento como ser humano.
Verificámos que posteriormente, no isolamento, na solidão crescem elementos psicológicos que não tiveram tempo de se libertarem porque não se auto-motivaram, nem sentiram os limites do Bem e do Mal.
Ficam a um passo da libertação da violência que cresce neles para, pela agressão e força, dominarem os semelhantes, quando não experimentam forçar os adultos às vontades deles.
Começou a ser preocupação agora... mas há muito que sempre me senti preocupado com o caminho oferecido às crianças e aos jovens. Tudo em nome de um progresso, foi e é um progresso material que atrofia o pensamento... salvam-se as excepções é isso é que marca a diferença.
Na minha modesta opinião, não acho bom, não acho saudável e só acho que se é assim, é por necessidades dos adultos e não das crianças.
Nao sei se terei ou não razão, se calhar penso assim porque nunca estive em infantários, em berçários ou em coisas do género quando fui criança.
Tive a grande felicidade, a sorte, as circunstâncias da vida de ser uma criança de verdade onde não sentia o degradar do meu tempo como criança que era ou que verdadeiramente fui.
A rua, o pátio, a praia, a cidade eram os meus cenários para eu inventar as peças da minha vida, onde nunca faltaram os directores e encenadores das cenas do meu teatro...
Ah?! Nem faltavam as coristas...
Talvez, por isso, os sintomas de liberdade, de rebeldia ou de ideias não me faltam, porém, com o sentido de respeito, do bom senso e com as regras de um bom viver.
Outros tempos...
Abreijos
””.
I - A criança que fui chora na estrada.
A criança que fui chora na estrada.
Deixei-a ali quando vim ser quem sou;
Mas hoje, vendo que o que sou é nada,
Quero ir buscar quem fui onde ficou.
Ah, como hei-de encontrá-lo? Quem errou
A vinda tem a regressão errada.
Já não sei de onde vim nem onde estou.
De o não saber, minha alma está parada.
Se ao menos atingir neste lugar
Um alto monte, de onde possa enfim
O que esqueci, olhando-o, relembrar,
Na ausência, ao menos, saberei de mim,
E, ao ver-me tal qual fui ao longe, achar
Em mim um pouco de quando era assim.
II
Dia a dia mudamos para quem
Amanhã não veremos. Hora a hora
Nosso diverso e sucessivo alguém
Desce uma vasta escadaria agora.
E uma multidão que desce, sem
Que um saiba de outros. Vejo-os meus e fora.
Ah, que horrorosa semelhança têm!
São um múltiplo mesmo que se ignora.
Olho-os. Nenhum sou eu, a todos sendo.
E a multidão engrossa, alheia a ver-me,
Sem que eu perceba de onde vai crescendo.
Sinto-os a todos dentro em mim mover-me,
E, inúmero, prolixo, vou descendo
Até passar por todos e perder-me.
III
Meu Deus! Meu Deus! Quem sou, que desconheço
O que sinto que sou? Quem quero ser
Mora, distante, onde meu ser esqueço,
Parte, remoto, para me não ter.””
22-9-1933
Novas Poesias Inéditas. Fernando Pessoa.
sábado, 4 de janeiro de 2020
Poesia
Meus Queridos Amigos,
Bom dia!
Muito bom dia!
Bom dia!
Muito bom dia!
Hoje, só vos deixo um poema!
Sábado, dia 4, um dia em que mais aniversariantes tenho na minha lista de amigos e família.
Porém o que mais gosto é de acordar, ler um ou dois poemas, saborear as palavras e transportá-las para o dia a dia, com o propósito de dar sentido ao que projecto de bom mesmo esperando o pior... fico feliz com o que nele me acontecer.
Razão porque gosto de poesia, uma está no poema de Quintana.
Um dia super feliz e com tudo de bom, gozem o dia o melhor que puderem e souberem.
Abreijos
Abreijos
"".
Os Poemas
Os Poemas
Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti…""
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti…""
sexta-feira, 3 de janeiro de 2020
Mais um ano
Meus Queridos Amigos
Muito bom dia!
Bom dia!
Chegou um Novo Ano e é normalmente um momento especial de comemoração... de quê? Pergunto eu.
Não sei mesmo porquê!
Porque é para mim o dia do meu aniversário o momento especial e é porque comemoro a renovação da minha alma, do meu espírito e do dia em que a terra me foi dada a conhecer.
Os deuses na sua sagaz sabedoria deram a capacidade de ao meu pai colocar a semente no seio da minha mãe e fazê-la desabrochar este ser que aqui vêm cumprindo o dia ao cumprimentar-vos... creio que assim recomeço um Novo Ano, dia de comemoração...
Agora ano administrativo... comemoração de vendas e revendas de tudo que o consumo inventou e os homens embarcaram... será mais um festejo colectivo do que pessoal.
Sou dos que prefiro comemorar o aniversário ou um ano novo das pessoas do que os novos anos administrativos.
Porquê?
Porque o fazer um aniversário mais é como ter a oportunidade de ter novos amigos, poder somar a chance de ajudar mais pessoas, aprender muito e ... ensinar a quem estiver disposto a aprender novas lições da vida que só a experiência ensina.
Fazer mais um ano de vida é vivenciar muitas mais dores suportar novas e velhas situações ou problemas.
Gosto de festejar o meu aniversário e não a passagem de um ano administrativo.
No meu aniversário sorrio mais, tenho muitos mais motivos, se calhar choro por outros, amo mais, amo o próximo, dou e sinto mais amparo... agradeço muito e muitas vezes por mais um ano de vida!
Mais um ano de vida é amadurecer mais um pouco e olhar a vida como uma dádiva da natureza e que os meus pais contribuíram com a sua entrega para fazerem de mim a sua dádiva ao Mundo.
Um aniversário meu é estar grato, é ser destemido para avançar para outro é querer ser forte para vencer.
Porque não gosto da passagem de ano?
Porque é a marca de novos aumentos, nova vida com o mesmo dinheiro, os dias em saldo depois das festas que nos oferecem ... tudo se resume ao consumo, consumindo muito mais o que temos como garantia de uma vida digna... aumenta tudo e as pessoas festejaram a passagem de um ano para outro onde as dificuldades são maiores.
Na minha opinião festejo o quê? ... o que os outros querem!
Eu ainda prefiro festejar o que quero é o que me marca!
Tenham um dia maravilhoso!
Abreijos
“”.
Feliz Aniversário
Alguma coisa está acontecendo,
olhei para o céu, cadê as estrelas?
o sol sumiu;
a lua partiu...
Sumiram as rosas dos jardins,
Sumiram os peixinhos do mar,
E vento deve estar soprando em outro lugar...
Em busca de ajuda,
procurei os anjinhos,
e nem eles consegui encontrar.
Quando de repente um deles,
eu vi tentando escapar...
Não hesitei, e fui logo perguntando:
Anjinho, anjinho: - O que está acontecendo?
E o anjinho mesmo que apressado,
respondeu ao meu chamado:
- Meu rapaz, você não tem do que se preocupar,
todos saíram para comemorar,
o aniversário da pessoa mais linda deste lugar...””
Desconhecido
Muito bom dia!
Bom dia!
Chegou um Novo Ano e é normalmente um momento especial de comemoração... de quê? Pergunto eu.
Não sei mesmo porquê!
Porque é para mim o dia do meu aniversário o momento especial e é porque comemoro a renovação da minha alma, do meu espírito e do dia em que a terra me foi dada a conhecer.
Os deuses na sua sagaz sabedoria deram a capacidade de ao meu pai colocar a semente no seio da minha mãe e fazê-la desabrochar este ser que aqui vêm cumprindo o dia ao cumprimentar-vos... creio que assim recomeço um Novo Ano, dia de comemoração...
Agora ano administrativo... comemoração de vendas e revendas de tudo que o consumo inventou e os homens embarcaram... será mais um festejo colectivo do que pessoal.
Sou dos que prefiro comemorar o aniversário ou um ano novo das pessoas do que os novos anos administrativos.
Porquê?
Porque o fazer um aniversário mais é como ter a oportunidade de ter novos amigos, poder somar a chance de ajudar mais pessoas, aprender muito e ... ensinar a quem estiver disposto a aprender novas lições da vida que só a experiência ensina.
Fazer mais um ano de vida é vivenciar muitas mais dores suportar novas e velhas situações ou problemas.
Gosto de festejar o meu aniversário e não a passagem de um ano administrativo.
No meu aniversário sorrio mais, tenho muitos mais motivos, se calhar choro por outros, amo mais, amo o próximo, dou e sinto mais amparo... agradeço muito e muitas vezes por mais um ano de vida!
Mais um ano de vida é amadurecer mais um pouco e olhar a vida como uma dádiva da natureza e que os meus pais contribuíram com a sua entrega para fazerem de mim a sua dádiva ao Mundo.
Um aniversário meu é estar grato, é ser destemido para avançar para outro é querer ser forte para vencer.
Porque não gosto da passagem de ano?
Porque é a marca de novos aumentos, nova vida com o mesmo dinheiro, os dias em saldo depois das festas que nos oferecem ... tudo se resume ao consumo, consumindo muito mais o que temos como garantia de uma vida digna... aumenta tudo e as pessoas festejaram a passagem de um ano para outro onde as dificuldades são maiores.
Na minha opinião festejo o quê? ... o que os outros querem!
Eu ainda prefiro festejar o que quero é o que me marca!
Tenham um dia maravilhoso!
Abreijos
“”.
Feliz Aniversário
Alguma coisa está acontecendo,
olhei para o céu, cadê as estrelas?
o sol sumiu;
a lua partiu...
Sumiram as rosas dos jardins,
Sumiram os peixinhos do mar,
E vento deve estar soprando em outro lugar...
Em busca de ajuda,
procurei os anjinhos,
e nem eles consegui encontrar.
Quando de repente um deles,
eu vi tentando escapar...
Não hesitei, e fui logo perguntando:
Anjinho, anjinho: - O que está acontecendo?
E o anjinho mesmo que apressado,
respondeu ao meu chamado:
- Meu rapaz, você não tem do que se preocupar,
todos saíram para comemorar,
o aniversário da pessoa mais linda deste lugar...””
Desconhecido
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